Era mais uma daquelas noites frias de New York, e eu não pensava em outra coisa que não fosse me alimentar. É evidente que as coisas estavam meio caóticas.
O Príncipe da cidade acabará de cair, e em seu lugar entra um Malkavian, que sinceramente não me inspira confiança, mais um daqueles ancillas que tem as "costas quentes". É claro... O Primôgeno Malkavian Dee/Deelan estava por trás de toda aquelas história de Príncipe que desrespeita as regras da Camarilla. Mas para dizer a verdade, eu, como simples neófito que sou, não me importo muito com isso... Deixo estas confusões da Jyhad com os anciões, isso não condiz comigo.
Um Conclave é anunciado. É claro que eu teria a que ir. O conclave parecia muito mais uma confusão do que um conclave para ser exata. Diziam que alguns Sabás haviam roubado uma espada do primôgeno Malkavian. Outros diziam que havia sido os Lobisomens. Eu,como sou uma Caçadora de emoções e já estava acostumada com os felpudos,tinha quase certeza que tinham sido eles em uma das suas tentativas ridículas de bagunçar a hierarquia da cidade. E para o azar do “Pequeno Príncipe" era a espada de estimação do seu querido Mentor. Até ai nada disso me importava. Mas havia algo que eu queria além da emoção da caçada à um felpudo, o que era uma dos meus hobbys favoritos assim como me alimentar é claro.
O Príncipe da cidade acabará de cair, e em seu lugar entra um Malkavian, que sinceramente não me inspira confiança, mais um daqueles ancillas que tem as "costas quentes". É claro... O Primôgeno Malkavian Dee/Deelan estava por trás de toda aquelas história de Príncipe que desrespeita as regras da Camarilla. Mas para dizer a verdade, eu, como simples neófito que sou, não me importo muito com isso... Deixo estas confusões da Jyhad com os anciões, isso não condiz comigo.
Um Conclave é anunciado. É claro que eu teria a que ir. O conclave parecia muito mais uma confusão do que um conclave para ser exata. Diziam que alguns Sabás haviam roubado uma espada do primôgeno Malkavian. Outros diziam que havia sido os Lobisomens. Eu,como sou uma Caçadora de emoções e já estava acostumada com os felpudos,tinha quase certeza que tinham sido eles em uma das suas tentativas ridículas de bagunçar a hierarquia da cidade. E para o azar do “Pequeno Príncipe" era a espada de estimação do seu querido Mentor. Até ai nada disso me importava. Mas havia algo que eu queria além da emoção da caçada à um felpudo, o que era uma dos meus hobbys favoritos assim como me alimentar é claro.
Eu queria o posto de Algoz. É claro que é um posto obscuro e de nenhum status, uma vez que não é bom que saibam quem é você mas eu nutria quase uma obsessão por ele. Alguns rumores diziam que o Príncipe gostava da prática de ter Algozes em sua cidade, o que havia me deixado interessada no assunto.
Ao Chegar naquela bagunça cheia de vozes fervorosas vejo o "Pequeno Príncipe" sentado em um trono que obviamente não havia saído de sua criatividade. Ele pede silêncio com uma voz grave e baixa, e como se era de esperar, ninguém o escutou, até que Phillip Charles tosse gravemente de forma a deixar bem claro o seu pedido de silêncio. E horas quem não faria silêncio ao mero pedido do xerife da cidade. Ele é uma cara que sabe-se pouco, e dizem muito, sinto eu que não e a toa.
O Príncipe levanta-se e diz:
- Um precioso item foi roubado de um de nossos Primôgenos. E de fato eu como Príncipe da cidade gostaria que este item fosse encontrado.É claro que aquele que encontrar será bem recompensando.
Ao Chegar naquela bagunça cheia de vozes fervorosas vejo o "Pequeno Príncipe" sentado em um trono que obviamente não havia saído de sua criatividade. Ele pede silêncio com uma voz grave e baixa, e como se era de esperar, ninguém o escutou, até que Phillip Charles tosse gravemente de forma a deixar bem claro o seu pedido de silêncio. E horas quem não faria silêncio ao mero pedido do xerife da cidade. Ele é uma cara que sabe-se pouco, e dizem muito, sinto eu que não e a toa.
O Príncipe levanta-se e diz:
- Um precioso item foi roubado de um de nossos Primôgenos. E de fato eu como Príncipe da cidade gostaria que este item fosse encontrado.É claro que aquele que encontrar será bem recompensando.
Um Brujah chamado Yuri grita ao fundo:
- E qual seria esta recompensa?
O Príncipe levanta uma de suas sobrancelhas na tentativa de parecer superior.
- Será um pedido, de qualquer espécie, uma vez que este não quebre nenhuma das Leis da Camarilla. Bem ,continuando, a Máscara contudo ainda deve ser mantida. Aquele que me trouxer a espada - Ele mostra uma foto da espada - será muito bem recompensado. Bem no mais estão dispensados. Tenham uma boa noite. E àqueles que vão a caçada boa sorte.
Não pensei em mais nada. Naquele momento portava apenas uma Glock , o que não seria de grande utilidade se eu fosse enfrentar um vampiro ou um lobisomem. Peguei minha moto, uma 500 cilindradas e é claro que estava envenenada, só assim para escapar de felpudos mais fortes. Muitas vezes esta já teve de ser substituída por perda total, suas linhas vermelhas entravam em contraste com o preto dando a impressão de laisers saindo dela.
- E qual seria esta recompensa?
O Príncipe levanta uma de suas sobrancelhas na tentativa de parecer superior.
- Será um pedido, de qualquer espécie, uma vez que este não quebre nenhuma das Leis da Camarilla. Bem ,continuando, a Máscara contudo ainda deve ser mantida. Aquele que me trouxer a espada - Ele mostra uma foto da espada - será muito bem recompensado. Bem no mais estão dispensados. Tenham uma boa noite. E àqueles que vão a caçada boa sorte.
Não pensei em mais nada. Naquele momento portava apenas uma Glock , o que não seria de grande utilidade se eu fosse enfrentar um vampiro ou um lobisomem. Peguei minha moto, uma 500 cilindradas e é claro que estava envenenada, só assim para escapar de felpudos mais fortes. Muitas vezes esta já teve de ser substituída por perda total, suas linhas vermelhas entravam em contraste com o preto dando a impressão de laisers saindo dela.
Minha casa seria a próxima parada.
Ao chegar ao sobrado perto da área nobre da cidade abro a porta da minha casa, não era uma casa muito confortável. Não que eu não tivesse dinheiro, para dizer a verdade eu mesma já tinha pedido a conta de quando dinheiro eu tinha. Quando entro logo chamo por Deryck, que desce as escadas segurando minha magnum 357 preta e cromada, com o meu nome escrito no cano “Zeena Stevis". Ele estava limpando.
-Deryck pegue o meu kit para garou.
- Vai caçar hoje?
- Mais ou menos, o "Pequeno Príncipe" quer um resgate, e eu vou la.
- Mais vai precisar das armas de prata?
- É claro! O que você acha?
- Por quê? Os Lobisomens seqüestraram algo?
- Acho que sim, mais ainda não tenho certeza, mas é melhor prevenir do que remediar.
- Sim senhora.
Eu peguei minhas duas Katanas de prata, passei eu anos trabalhando para que fossem confeccionadas especialmente para mim, são armas raríssimas. Mais que se bem utilizadas podem ser mortais, e é claro, como era de esperar, levei minha Mágnum de prata que Deryck estava limpando, e duas glocks com balas de prata nos cartuchos, que eram três, dois para a magnum e um para clock, bem colocados dentro de um dos milhares de bolsos que havia na minha calça com uma boca de sino para esconder bem minhas armas nas pernas. Aproveitando-me do frio coloquei um sobretudo jeans, quase tocando o chão, assim escondendo as Katanas de lado, era uma ótima forma de esconder todo este tipo de arma.
Saio à caça. Quando estou passando pelo Brooklin vejo uma estranha visão, algo rápido como um flash. Por um instante eu perco o controle da moto e quase me arrebento no asfalto meio molhando. Vejo um galpão nos limites do Central Park, havia muito mato em volta e um jipe. Balanço minha cabeça e tento tirar aquela imagem estúpida da cabeça é claro que não haveria de ser nada. Dou um cavalo de pau e volto indo em direção ao Central Park.
Ao chegar ao sobrado perto da área nobre da cidade abro a porta da minha casa, não era uma casa muito confortável. Não que eu não tivesse dinheiro, para dizer a verdade eu mesma já tinha pedido a conta de quando dinheiro eu tinha. Quando entro logo chamo por Deryck, que desce as escadas segurando minha magnum 357 preta e cromada, com o meu nome escrito no cano “Zeena Stevis". Ele estava limpando.
-Deryck pegue o meu kit para garou.
- Vai caçar hoje?
- Mais ou menos, o "Pequeno Príncipe" quer um resgate, e eu vou la.
- Mais vai precisar das armas de prata?
- É claro! O que você acha?
- Por quê? Os Lobisomens seqüestraram algo?
- Acho que sim, mais ainda não tenho certeza, mas é melhor prevenir do que remediar.
- Sim senhora.
Eu peguei minhas duas Katanas de prata, passei eu anos trabalhando para que fossem confeccionadas especialmente para mim, são armas raríssimas. Mais que se bem utilizadas podem ser mortais, e é claro, como era de esperar, levei minha Mágnum de prata que Deryck estava limpando, e duas glocks com balas de prata nos cartuchos, que eram três, dois para a magnum e um para clock, bem colocados dentro de um dos milhares de bolsos que havia na minha calça com uma boca de sino para esconder bem minhas armas nas pernas. Aproveitando-me do frio coloquei um sobretudo jeans, quase tocando o chão, assim escondendo as Katanas de lado, era uma ótima forma de esconder todo este tipo de arma.
Saio à caça. Quando estou passando pelo Brooklin vejo uma estranha visão, algo rápido como um flash. Por um instante eu perco o controle da moto e quase me arrebento no asfalto meio molhando. Vejo um galpão nos limites do Central Park, havia muito mato em volta e um jipe. Balanço minha cabeça e tento tirar aquela imagem estúpida da cabeça é claro que não haveria de ser nada. Dou um cavalo de pau e volto indo em direção ao Central Park.
-Mais Droga por que estou indo para lá? - Eu Penso - Devo eu estar louca? Pelo menos é o que todos dizem dos malkavians ,não é?!
Depois de mais ou menos 1 km eu vejo um brilho encima de um prédio, ativo Auspicios aguçando meus sentidos e vejo que é um vampiro segurando uma espada, era óbvio que ele não era da cidade, e aquela espada com certeza era a espada do Primôgeno. Parei a moto e sorrateiramente fui escalando o prédio, e neste momento agradeci ser boa com esportes e ainda por ser uma Cainita. Ao Chegar à cobertura ele estava sentado. Tinha mais ou menos 1,80 de altura e cabelos pretos meio ondulados até os ombros amarrados em um rabo de cavalo, sua pele estava bastante pálida e seus olhos eram azuis. Estava vestido com uma blusa social branca sem gravata e sua calça também social preta, com os sapatos bem engraxados. Ele mais parecia um Ventrue que um Sabá qualquer. Olhou-me de cima a baixo, como se eu não fosse nada. Eu o olhei com um tanto de desdenho. E logo falei.
- Você não acha que carrega algo que não é seu monsenhor?
- Oras tu és francesa?
- E ser for?
- Seria muito interessante.
- Monsenhor poderia me dar a espada? - puxei minhas duas Katanas sem fazer a menor questão de esconder esta ação.
- Oras para que você quer mais uma se você já esta com duas? Muito bonitas por acaso. - Ele deu um passo para frente. Para mim já estava mais obvio, ele era um vampiro, e com certeza do Sabá, o que realmente havia me deixado decepcionada.
- Se você não devolver por bem terei que tomar ela de você. - Ele se pós numa posição de ataque com a espada do Primôgeno é com a outra mão me chamou com o dedo.
- Sempre tive curiosidade de saber como um Camarilla luta.
- Cara você escolheu a garota errada para lutar. - Parti para cima dele com uma Katanas na frente e outra por trás, no meu primeiro ataque pela frente eu errei, e rapidamente virei o acertando com a outra, que passou pelo seu ombro, deixando um ferimento profundo.
- Você é sempre tão bruta assim? - ele se virou passando a lãmina da espada pela minha cabeça, dei um impulso para trás mais mesmo assim ele cortou meu rosto e uma mecha do meu cabelo. Mais e daí somos vampiros.
- Você não acha que carrega algo que não é seu monsenhor?
- Oras tu és francesa?
- E ser for?
- Seria muito interessante.
- Monsenhor poderia me dar a espada? - puxei minhas duas Katanas sem fazer a menor questão de esconder esta ação.
- Oras para que você quer mais uma se você já esta com duas? Muito bonitas por acaso. - Ele deu um passo para frente. Para mim já estava mais obvio, ele era um vampiro, e com certeza do Sabá, o que realmente havia me deixado decepcionada.
- Se você não devolver por bem terei que tomar ela de você. - Ele se pós numa posição de ataque com a espada do Primôgeno é com a outra mão me chamou com o dedo.
- Sempre tive curiosidade de saber como um Camarilla luta.
- Cara você escolheu a garota errada para lutar. - Parti para cima dele com uma Katanas na frente e outra por trás, no meu primeiro ataque pela frente eu errei, e rapidamente virei o acertando com a outra, que passou pelo seu ombro, deixando um ferimento profundo.
- Você é sempre tão bruta assim? - ele se virou passando a lãmina da espada pela minha cabeça, dei um impulso para trás mais mesmo assim ele cortou meu rosto e uma mecha do meu cabelo. Mais e daí somos vampiros.
E logo nossos ferimentos se fecharam.
- Não, apenas com caras fracos como você. Sabe aqueles que não merecem minha atenção. - Passo a mão no meu rosto, e já não tem mais ferida, ele ainda tinha o corte, perecia não estar conseguindo se curar completamente. Dou dois passos e me ponho em posição novamente. - E então você vem ou não?
- Se a senhora deseja. - Ele deu um salto e me atacou por cima. Na minha tentativa de esquivar ele acabou me acertando de forma mais certeira. Mas o fato é que a espada ao invés de me cortar em duas, me acertou como se eu tivesse tomado uma porrada com um taco de basebol. Não que não tenha doido, doeu muito, mas não me cortou ao meio como se era de esperar. No mesmo momento ainda atordoada com a porrada que eu tinha tomado, botei uma katana no seu pescoço e com a outra cortei o braço que ele segurava a espada.
- Senhorita... E você corta como uma moça. - Ele riu, como se o seu braço decepado não fosse nada de mais.
- Hum... Senhorita... Posso lhe convidar para jantar? - Ele deu um salto para trás, e começou a moldar seu corpo, de forma que seu braço voltou a crescer. Naquele momento percebi.Um maldito Tzimisce.
- Não saio com caras estranhos como você. - Não dando tempo dele moldar novamente seu braço tentei cortar sua cabeça, mais ele consegui se esquivar do golpe, e ainda com um sorriso sarcástico.
- Ora minha cara, você que é tão bonita, porque não sairia comigo? - Ainda estava curando seu braço e eu não pensava em mais nada que não fosse decepar sua cabeça de uma vez por todas.Mas, se bem que, ele era bem charmoso.
- Você é o tipo que me faz ter pesadelos cara - corri na sua direção e coloquei a espada na sua garganta, uma na frente e outra atrás de forma a não deixar que ele fugisse sem perder sua estimada cabeça. - A acho que já estamos próximos demais, você não acha??? - Ele ficou rindo e me olhou nos olhos, e me deu um beijo.
- Você tinha tudo para ser uma bela Sabá sabia? - Suas palavras saiam e cada uma dela me dava ao mesmo tempo nojo e prazer.
- Eu sei seu pervertido - E sem mais delongas soltei a espada da frente, uma vez que ele estava desarmado e minha outra espada ainda estava no seu pescoço.
- O que esta fazendo Madimosele? - tirei um palito de cabelo que prendia minhas longas madeixas lisas ate e cintura, com um preto bem escuro beirando ao azulado e o deixando em maior harmonia com minha franja.
- Você poderia imaginar meu querido? - Encostei meus lábios nos dele e em seguida finquei o palito em seu coração. - Só quero lhe empalar Monsenhor.
Seus olhos ao mesmo que estavam com medo, ainda demonstravam um pouco de sarcasmo. -Que cara estranho -pensei.
Deixando seu corpo cair no chão peguei novamente minha espada que estava no chão embainhei as duas e em seguida peguei a espada do Primôgeno que estava a poucos centímetros de mim, aguardando no meu sobretudo.
Por um momento eu pensei em levar aquele Tzimisce comigo mas não era um dia em que eu estivesse de bom humor. Eu ainda estava com fome e sinceramente não resisti, acabei me alimentando dele, deixando em seu corpo apenas o suficiente para que não se torna-se pó antes que Phill Charles o encontra-se naquele lugar. Eu aposto como ele já havia percebido.
Aquele prédio deveria estar infestado de vampiros do Sabá, logo achei melhor descer pela escada de incêndio. Tentei ser o mais furtiva possível.
- Não, apenas com caras fracos como você. Sabe aqueles que não merecem minha atenção. - Passo a mão no meu rosto, e já não tem mais ferida, ele ainda tinha o corte, perecia não estar conseguindo se curar completamente. Dou dois passos e me ponho em posição novamente. - E então você vem ou não?
- Se a senhora deseja. - Ele deu um salto e me atacou por cima. Na minha tentativa de esquivar ele acabou me acertando de forma mais certeira. Mas o fato é que a espada ao invés de me cortar em duas, me acertou como se eu tivesse tomado uma porrada com um taco de basebol. Não que não tenha doido, doeu muito, mas não me cortou ao meio como se era de esperar. No mesmo momento ainda atordoada com a porrada que eu tinha tomado, botei uma katana no seu pescoço e com a outra cortei o braço que ele segurava a espada.
- Senhorita... E você corta como uma moça. - Ele riu, como se o seu braço decepado não fosse nada de mais.
- Hum... Senhorita... Posso lhe convidar para jantar? - Ele deu um salto para trás, e começou a moldar seu corpo, de forma que seu braço voltou a crescer. Naquele momento percebi.Um maldito Tzimisce.
- Não saio com caras estranhos como você. - Não dando tempo dele moldar novamente seu braço tentei cortar sua cabeça, mais ele consegui se esquivar do golpe, e ainda com um sorriso sarcástico.
- Ora minha cara, você que é tão bonita, porque não sairia comigo? - Ainda estava curando seu braço e eu não pensava em mais nada que não fosse decepar sua cabeça de uma vez por todas.Mas, se bem que, ele era bem charmoso.
- Você é o tipo que me faz ter pesadelos cara - corri na sua direção e coloquei a espada na sua garganta, uma na frente e outra atrás de forma a não deixar que ele fugisse sem perder sua estimada cabeça. - A acho que já estamos próximos demais, você não acha??? - Ele ficou rindo e me olhou nos olhos, e me deu um beijo.
- Você tinha tudo para ser uma bela Sabá sabia? - Suas palavras saiam e cada uma dela me dava ao mesmo tempo nojo e prazer.
- Eu sei seu pervertido - E sem mais delongas soltei a espada da frente, uma vez que ele estava desarmado e minha outra espada ainda estava no seu pescoço.
- O que esta fazendo Madimosele? - tirei um palito de cabelo que prendia minhas longas madeixas lisas ate e cintura, com um preto bem escuro beirando ao azulado e o deixando em maior harmonia com minha franja.
- Você poderia imaginar meu querido? - Encostei meus lábios nos dele e em seguida finquei o palito em seu coração. - Só quero lhe empalar Monsenhor.
Seus olhos ao mesmo que estavam com medo, ainda demonstravam um pouco de sarcasmo. -Que cara estranho -pensei.
Deixando seu corpo cair no chão peguei novamente minha espada que estava no chão embainhei as duas e em seguida peguei a espada do Primôgeno que estava a poucos centímetros de mim, aguardando no meu sobretudo.
Por um momento eu pensei em levar aquele Tzimisce comigo mas não era um dia em que eu estivesse de bom humor. Eu ainda estava com fome e sinceramente não resisti, acabei me alimentando dele, deixando em seu corpo apenas o suficiente para que não se torna-se pó antes que Phill Charles o encontra-se naquele lugar. Eu aposto como ele já havia percebido.
Aquele prédio deveria estar infestado de vampiros do Sabá, logo achei melhor descer pela escada de incêndio. Tentei ser o mais furtiva possível.
Quando consegui sair do prédio e por algum milagre ninguém havia percebido, liguei minha moto e voltei para o centro da cidade.
Chegando próximo a minha casa senti um sono, olhando no relógio vi que já passava das quatro da manhã e resolvi deitar-me. Entrando em casa vi que Catarina ainda estava no seu computador, lhe olhei com uma cara um tanto repreensiva e ela logo entendeu que não deveria estar ali aquela hora.
- Já Zeena? - Ela disse levantando-se.
- Sim
- Achou o que procurava?
- Achei. - Tirando a espada de dentro do sobretudo, passei direto por ela subindo a escada para o meu quarto. - Catarina?
- Sim.
- Pesquise sobre os galpões que existem perto do Central Park e veja quem são seus respectivos donos.
- Sim senhora.
Chegando ao meu quarto coloquei a espada dentro do meu colchão e fui tomar um banho, novamente e imagem do galpão me vem à cabeça e em seguida o rosto do Tzimisce que provavelmente estaria morto em algumas horas. Balancei novamente a cabeça enquanto me secava fiquei me olhando no espelho, contemplando meus olhos azuis, vendo como parecia vidro estilhaçado, e novamente o sono pesa em minhas pálpebras, deito-me e tenho o sono que nenhum justo ou humano pode ter.
... (Continua)...
Chegando próximo a minha casa senti um sono, olhando no relógio vi que já passava das quatro da manhã e resolvi deitar-me. Entrando em casa vi que Catarina ainda estava no seu computador, lhe olhei com uma cara um tanto repreensiva e ela logo entendeu que não deveria estar ali aquela hora.
- Já Zeena? - Ela disse levantando-se.
- Sim
- Achou o que procurava?
- Achei. - Tirando a espada de dentro do sobretudo, passei direto por ela subindo a escada para o meu quarto. - Catarina?
- Sim.
- Pesquise sobre os galpões que existem perto do Central Park e veja quem são seus respectivos donos.
- Sim senhora.
Chegando ao meu quarto coloquei a espada dentro do meu colchão e fui tomar um banho, novamente e imagem do galpão me vem à cabeça e em seguida o rosto do Tzimisce que provavelmente estaria morto em algumas horas. Balancei novamente a cabeça enquanto me secava fiquei me olhando no espelho, contemplando meus olhos azuis, vendo como parecia vidro estilhaçado, e novamente o sono pesa em minhas pálpebras, deito-me e tenho o sono que nenhum justo ou humano pode ter.
... (Continua)...